segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

[ibr37] Yersiniose + f s torres

[ibr37] yersiniose + f s torres

Olá a todos,

Nesta quinta, dia 10 de fevereiro, às 21h00, o Ibrasotope retoma sua série de concertos mensais, desta vez apresentando Mario Brandalise com seu projeto Yerniose e Fernando Torres, numa sessão de improvisação.

Yersiniose apresentará um trabalho que se equilibra com um pé nas sonoridades pós-industriais e com outro no experimentalismo eletroacústico de matiz acadêmica, sem nunca deixar de lado o feeling característico do ruído criado na terra das araucárias.
É possível encontrar influências de Iannis Xenakis e Iancu Duminitrescu, somadas à música pós-industrial.

O responsável pelo projeto, Mário Bransalise é membro ativo da cena industrial curitibana. Percussionista da banda de rock industrial Eraserhead, colaborou na organização das duas edições do festival Industrial Noise CWB. Participou também na fundação e curadoria do coletivo/net label Antena. Há 10 anos experimenta possibilidades sonoras através de métodos eletroacústicos e acusmáticos.
Mais informações em:
www.myspace.com/yerniose
www.yersiniose.bandcamp.com

Fernando Torres, um dos responsáveis pelo o Plano B, loja de discos e espaço para livre expressão artística e pelo Plano B Live Sessions, único evento regular de música eletrônica/experimental no Rio de Janeiro, já se apresentou em colaborações com artistas como Zbigniew Karkowski, Jason Khan, Günter Müller, Norbert Möslang, Riyuta Kawabata, Tetuzi Akyiama, Lawrence English, Derek Holzer, Tian Rotteveel, Fernando Perales, Enema Syringe, Jonas Ohlsson, Damo Suzuki, Sam Nacht e Ali-Brouchou, entre outros, apresentando-se ao vivo e participando de gravações em estúdio. Além disso, Co-produziu a primeira edição do festival anual Outro Rio, dedicado à divulgação da cena musical/artística experimental do Rio de Janeiro.

F.S.Torres utiliza em suas performances um labirinto de equipamentos analógicos e digitais em que fragmentos sonoros são enviados simultaneamente a vários samplers e gravadores analógicos, processados individualmente e re-enviados aos mesmos samplers/gravadores/processadores, criando um sistema semi-auto-(de)generativo, determinado/controlado tanto pelo músico como pelas características e/ou deficiências das máquinas envolvidas.
Mais informações podem ser encontradas em
www.planob.net
www.menthedechat.net

Lembramos ainda que serviremos quitutes na nossa cozinha! :)

um abraço,

Natacha

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